sexta-feira, 29 de junho de 2018

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Passagem

Com que palavras ou que lábios
é possível estar assim tão perto do fogo
e tão perto de cada dia, das horas tumultuosas e das serenas,
tão sem peso por cima do pensamento?
Pode bem acontecer que exista tudo e isto também,
e não só uma voz de ninguém.
Onde, porém? Em que lugares reais,
tão perto que as palavras são de mais?
Agora que os deuses partiram,
e estamos, se possível, ainda mais sós,
sem forma e vazios, inocentes de nós,
como diremos ainda margens e diremos rios?

Manuel António Pina

sábado, 23 de junho de 2018

Numa estação

Sister Rosetta Tharpe e Brownie McGhee. Foto de Ashurst, 1964



quinta-feira, 21 de junho de 2018

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Metro - 1

Carl Mydans - O campeão de xadrez Bobby Fischer numa viagem de metro


domingo, 17 de junho de 2018

sexta-feira, 15 de junho de 2018

quinta-feira, 14 de junho de 2018

A ver...

Gostámos deste filme de Rob Reiner. Ficámos a conhecer aspetos de Lyndon Johnson que desconhecíamos: a importância que ele tinha no Senado americano e ser considerado um negociador exímio.


terça-feira, 12 de junho de 2018

Estações de Metro - 2

Metro de Williamsburg, Brooklyn, Nova Iork.
Foto de Philippe Hugonnard.


domingo, 10 de junho de 2018

A ver

Um texto e um tema difícil de colocar em filme. Realização de Laurence Cantet.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Leituras - 89

Umas compras que fizemos na Feira do Livro


A Quadrilha de Rubber, terceira aventura da dupla Wolfe/Goodwin, escrita em 1936, é Rex Stout no seu melhor. Traduzido por Maria do Carmo Pizarro, foi republicada pela Livros do Brasil, na coleção Vampiro.
"Archie Goodwin, parceiro de Nero Wolfe e homem de ação, volta a ser o narrador bem-humorado desta história de ritmo veloz, onde a perspicácia do ocioso detetive amante de cerveja e de orquídeas confirma a sua superioridade, mesmo que desta vez isso quase lhe cause a morte.
Tudo começa quando a jovem Clara Fox é acusada de um roubo avultado dentro da empresa em que trabalha, a multimilionária Seaboard Products Corporation, mas o seu presidente não está convencido de que seja ela a culpada. Horas depois de Nero Wolfe receber o pedido para investigar este caso, uma outra visita bate-lhe à porta e solicita os seus serviços para resolver uma demanda nascida há mais de quatro décadas: um grupo de aventureiros resgatara um rapaz inglês nos tempos do Velho Oeste aceitando como pagamento um documento em que aquele se comprometia a entregar metade da fortuna da família, logo que a herdasse. E assim que se conhece a líder do grupo que agora reclama o dinheiro, torna-se claro que estes dois mistérios podem muito bem ser apenas um."

Rex Stout nasceu a 1 de dezembro de 1886 na cidade americana de Noblesville, Indiana. Após uma breve passagem pela Universidade do Kansas, alista-se na Marinha em 1906 e durante dois anos serve a bordo do iate Mayflower, do Presidente Roosevelt, como subtenente. Em 1916 cria um sistema bancário escolar que seria implementado em mais de quatrocentos estabelecimentos de ensino e que lhe garantiu lucros confortáveis, mas em 1927 abandona os negócios e passa a dedicar-se inteiramente à escrita. Publica três romances, que obtiveram críticas favoráveis, mas é com a sua primeira obra policial que alcança o reconhecimento do grande público: Picada Mortal surgiu em 1934 e com ela surgiu a personagem de Nero Wolfe, detetive excêntrico, amante de boa comida e de belas orquídeas, que, juntamente com o jovem assistente Archie Goodwin, viria a protagonizar dezenas de histórias.
Em 1959, Rex Stout recebeu a distinção de Grande Mestre pela Mystery Writers of America.
Morreu a 27 de outubro de 1975, em Danbury, no Connecticut, cerca de um mês após a publicação do seu último romance, Um caso familiar.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Feira do Livro



Hoje vamos à Feira do Livro, mais para ver do que para comprar.


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Estações de Metro - 1


Paris, Metro Abèesses.
Foto Philippe Hugonnard.


sábado, 2 de junho de 2018

Junho - V

Vladimir Volegov - Midday in June