Música de Zbigniew Preisner para "O País da Esperança".
«Sou uma figura de romance por escrever, passando aérea, e desfeita sem ter sido, entre os sonhos de quem me não soube completar.» Bernardo Soares
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
domingo, 30 de dezembro de 2012
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Leituras - 14
"O que faz correr Eduardo Pinto de Vasconcellos para a sede semi-clandestina de uma organização nacionalista nas vésperas de exames decisivos? E que sombras carrega o pai, Henrique, ex-voluntário na Guerra de Espanha e banqueiro internacional? O que move Alexandre, intelectual, romântico, tímido e revolucionário?
No Verão de 1973, a História está a preparar-se para tomar conta das histórias destes homens e das mulheres que amam levando-os por Lisboa, Madrid e Luanda na torrente da conspiração, da revolução e da contra-revolução, até ao Inverno de 1975.
Os heróis de Novembro agem, lutam e amam sabendo, à partida, que a sua empresa é necessária mas em grande parte fútil. Vivem a história de uma outra geração de 68, que também tinha 20 anos no 25 de Abril. Novembro não é um livro de História, é um romance que se lê como um romance, um xadrez de personagens, lugares, paixões, segredos, intrigas. E também a memória de um Portugal desaparecido.
Em Novembro tudo acaba: O Império, a Revolução e os sonhos dos que, dos dois lados, não ficaram no meio e deram tudo por tudo."
Já comecei a ler o romance de Jaime Nogueira Pinto, editado este ano pela Esfera dos Livros. Sempre quero ver uma outra perspetiva, que não deve ser a minha, nem das pessoas com quem me relaciono e que viveram intensamente este período.
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