Foto Jean-Jacques CECCARINI/Le Figaro
Le Procope, fundado por um italiano de Palermo, Francesco Procopio dei Coltelli, abriu portas em 1686. Foi o primeiro local de Paris onde se podi beber um café sentado e ler o jornal tranquilamente:
La Gazette ou
Le Mercure Galant. La Fontaine, Racine, Regnard sentavam-se neste café à luz de velas. Com as Luzes, foi a vez de Diderot, d'Alembert, Beaumarchais e Voltaire. Este tina aqui o seu escritório: uma mesa de mármore que aqui se encontra no 1.º andar.
Hoje Amélie Nothomb, Marc Dugain, Éric-Emmanuel Schmitt ou Bernard Werber substituíram Balzac, Nerval, Hugo, George Sand, Musset e Verlaine.
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