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quinta-feira, 5 de março de 2020

Astérix contra Coronavírus


Em 2017, os autores de Astérix e Obélix previram uma corrida de cavalos contra um personagem chamado Coronavírus. E os gauleses saíram vencedores na história aos quadradinhos. 

domingo, 17 de fevereiro de 2019

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Centenário de Eduardo Teixeira Coelho - 1

Um grande desenhador que vai ser este ano homenageado com várias exposições no Clube Português de Banda Desenhada (Amadora).

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O Mosquito fez 80 anos

Há cinco anos, Carlos Pessoa escreveu no Público o texto “O Mosquito” nasceu há 75 anos, que a seguir se transcreve:


O primeiro número da mítica revista portuguesa de banda desenhada “O Mosquito” saiu para a rua a 14 de Janeiro de 1936. Chegou a vender 80 mil exemplares semanais no auge da sua existência e é uma referência única na história da BD em Portugal. Um grupo alargado de admiradores da revista e entusiastas da banda desenhada reúne-se amanhã em Lisboa num almoço comemorativo da efeméride.
A revista custava 50 centavos (metade de um escudo, a moeda da época) e os cinco mil exemplares de tiragem, considerável para a altura, esgotaram-se rapidamente – o mesmo aconteceu nos números seguintes – e a publicação continuou a crescer de semana para semana. Passou por vários ciclos editoriais e formatos, e conheceu mesmo uma periodicidade bissemanal (saía à quarta-feira e ao sábado) no período de 1942 a 1948. A cisão, neste último ano, entre os seus dois fundadores e principais animadores, António Cardoso Lopes Júnior (conhecido também por Tiotónio) e Raúl Correia, marcou o início do declínio da publicação, que saiu à rua pela última vez em 1953.
As razões deste curioso sucesso editorial, num pequeno país atrasado e com elevada taxa de analfabetismo, e numa época de grande asfixia política e cultural, continuam por explicar totalmente. José Ruy, autor português de bandas desenhadas que descobriu “O Mosquito” aos cinco anos de idade – e viria a colaborar nele intensamente anos mais tarde –, sintetiza com rara felicidade a reacção maravilhada de uma geração ao aparecimento da revista, num texto publicado na obra “História da BD Publicada em Portugal - 1.ª parte” (Edições Época d'Ouro):
“Esse jornalinho funcionou para mim como uma janela aberta ao mundo e à fantasia; equivalia ao que hoje representa o ecrã da televisão.”
Para o historiador e crítico António Dias de Deus, “O Mosquito” é “o alfa e o ómega do jornalismo infantil português, do gosto juvenil, da aventura tornada imagem, da figura elaborando o gesto e a fala”, escreveu no mesmo livro. E o fascínio que provocou de forma duradoura tem a ver, segundo o mesmo autor, com a circunstância de aquela publicação ter sido “o espelho fiel dos jovens que o liam, enquanto estes começavam a entrever a realidade através do fluxo feérico da banda desenhada”. 

Construções e novelas
Até 1941, a revista publicou “comics” ingleses com textos didascálicos (por baixo das imagens) e séries espanholas de humor (assinadas por Arnal, Moreno e outros). António Cardoso Lopes assinava as diatribes de Zé Pacóvio e Grilinho. Em 1942, no auge da guerra, “O Mosquito” reduz o formato para metade devido à falta de papel e é no decurso do ano seguinte que Eduardo Teixeira Coelho passa a colaborar na revista com capas, ilustrações e construções de armar.
As novelas de José Padinha, Raúl Correia, Lúcio Cardador e Orlando Marques surgem ao lado das bandas desenhadas inglesas e espanholas. É nesta fase que autores clássicos do país vizinho como Jesús Blasco, Emilio Freixas e Ángel Puigmiquel chegam ao conhecimento do público. O português Vítor Péon revela-se igualmente nesta fase que vai até 1948, considerado por Dias de Deus o período áureo de “O Mosquito”.
Em 1946 a revista regressa ao formato inicial, publicando as grandes criações de Teixeira Coelho. No ano seguinte, José Ruy começa a trabalhar na publicação a desenhar e litografar as cores. Entretanto, José Garcês e Jayme Cortez assinarão em “O Mosquito” as suas primeiras histórias significativas.
Em 1948 dá-se a separação entre Raúl Correia e Cardoso Lopes. José Ruy publicará ali, finalmente, a sua primeira e única história, “O Reino Proibido”.
As duas últimas fases da publicação caracterizaram-se pelo aparecimento de dois fortes concorrentes, “O Mundo de Aventuras” e “O Cavaleiro Andante”. Apesar das dificuldades financeiras, ainda ali são apresentadas séries inglesas de qualidade como Garth (de Steve Dowling) e Buck Ryan (de Jack Monk), Terry e os Piratas (George Wunder), e autores franceses da craveira de Gigi, Marijac, Paul Gillon e outros. Mas os tempos já não são os mesmos. A revista saiu pela última vez em 24 de Fevereiro de 1953. Era “O Mosquito” n.º 1412.

Carlos Pessoa
(Público, 14 jan. 2011)

sábado, 8 de agosto de 2015

Eusébio aos quadradinhos

A vida de Eusébio, retratada em 1990, pelo ilustrador Eugénio Silva pode agora ser experienciada numa versão tridimensional. A exposição artEUSEBIOheart, baseada em excertos da banda desenhada Eusébio – Pantera Negra, mostra o "Rei" à luz da arte e da emoção que o eternizaram como futebolista de fama mundial. A par com a história aos quadradinhos, aqui explorada como narrativa mas também como elemento cénico, o visitante vai deparar-se com muitas relíquias incontornáveis. Um verdadeiro diálogo entre o real e o imaginário daquele que foi o maior desportista português do século XX. As suas chuteiras, o lenço de cabeça utilizado por sua mãe, a camisola do “irmão” Pelé, a Taça dos Clubes Campeões Europeus, entre muitas outras memórias prontas a despertar a paixão e o encanto. 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Na terra do Tintin

Visita ao Belgian Comic Strip Center


Pudemos ver uma exposição temporário 100 anos nos Balcãs - A tira cómica na Resistência. Esta exposição integra-se na evocação dos 100 anos do início da I Guerra Mundial.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Turma da Mónica

N.º 1 da revista
A Turma da Mónica fez 50 anos e o Diário de Notícias começou domingo a publicar uma série de doze volumes dessa banda desenhada de Maurício de Sousa.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Largo Winch


Largo Winch, n.º 1

Largo Winch, n.º 17

Largo Winch é o título de uma série de banda desenhada belga, da autoria de Jean Van hamme (texto) e Philippe Francq (ilustração). 
Nerio Winch é chefe de um império financeiro. Como não tem filhos, adota um órfão croata Largo. Aos 26 anos, Largo herda o império, depois de Nerio ser assassinado. Começam as aventuras. 
Já saíram 17 álbuns de Largo Winch, editados pela Dupuis. Mas eu só li ainda até ao 15. Comprei em Paris os três últimos e ainda me falta ler os dois últimos. 
Nos últimos dias, fomos ver os dois filmes - Largo Winch I e II - que estão nas salas de cinema baseados nos primeiros álbuns da série. cada filme abrange mais de um álbum. Gostei dos filmes, adapta bem os livros, e fico à espera dos próximos. Uma boa oportunidade para dar a conhecer ao público português esta série de bd.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

sexta-feira, 7 de outubro de 2011