Cartoon de Vasco Gargalo.
«Sou uma figura de romance por escrever, passando aérea, e desfeita sem ter sido, entre os sonhos de quem me não soube completar.» Bernardo Soares
Mostrar mensagens com a etiqueta Cavaco Silva. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cavaco Silva. Mostrar todas as mensagens
domingo, 14 de outubro de 2018
quarta-feira, 9 de março de 2016
sábado, 27 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
sábado, 21 de novembro de 2015
Suspense
Enquanto por cá roemos as unhas
o nosso PR recebe mais cunhas:
dos “Vinhos Barbeitos” que já visitou
e doutras empresas que também honrou
na Ilha da Madeira com sua visita
- que o homem não é nenhum troglodita
e sabe portar-se com serenidade
e leve sorriso de perversidade.
Diz ele à Maria: “Deixa-os rabiar!
Eu sei ser impávido como o Salazar!”
“Oh homem não digas uma tal asneira
que ainda te fazem cair da cadeira!”
Mas ele regouga de riso abafado
quase se engasgando, e cospe pró lado:
“Já que até aqui não pude mandar
Vou mostrar quem sou antes de abalar!”
Basta de ilusões: só isso veremos
as tristes figuras que já conhecemos!
Teresa Rita Lopes
19.11.15
o nosso PR recebe mais cunhas:
dos “Vinhos Barbeitos” que já visitou
e doutras empresas que também honrou
na Ilha da Madeira com sua visita
- que o homem não é nenhum troglodita
e sabe portar-se com serenidade
e leve sorriso de perversidade.
Diz ele à Maria: “Deixa-os rabiar!
Eu sei ser impávido como o Salazar!”
“Oh homem não digas uma tal asneira
que ainda te fazem cair da cadeira!”
Mas ele regouga de riso abafado
quase se engasgando, e cospe pró lado:
“Já que até aqui não pude mandar
Vou mostrar quem sou antes de abalar!”
Basta de ilusões: só isso veremos
as tristes figuras que já conhecemos!
Teresa Rita Lopes
19.11.15
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Última hora!
Cavaco receberá individualmente todos os portugueses antes de tomar uma decisão.
(E os que entretanto nascerem...)
(E os que entretanto nascerem...)
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
sábado, 1 de novembro de 2014
Oiçam esta "pérola" do nosso PR
Cavaco preocupado com níveis de procriação de cavalos lusitanos: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=4177527
Apesar deste diálogo já ter sido no dia 13 de outubro, oiçam que vale a pena.
Apesar deste diálogo já ter sido no dia 13 de outubro, oiçam que vale a pena.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Não sendo novidade para muita gente, é sempre bom lembrar...
Lá diz o povo, a verdade é como o azeite. Acaba sempre por vir à tona.
1 - A partir de 2008 torna-se evidente que a operação Face Oculta foi redirecionada pela investigação e pelos Media para passar a visar principalmente Sócrates. Era preciso derrubar Sócrates e mudar de governo, porque havia gigantescos interesses em jogo e, em particular, o caso BPN prometia dar cabo do PSD.
2 - Das fraudes do BPN ignora-se ainda hoje a maior parte. Trata-se de uma torrente de lama inesgotável, que todos os nossos Media evitam tocar.
3 - O agora falado caso IPO/Duarte Lima, de que Isaltino também foi uma peça fulcral, nem foi sequer abordado durante o Inquérito Parlamentar sobre o BPN , inquérito a que o PSD se opôs então com unhas e dentes, como é sabido. A tática então escolhida pelo polvo laranja foi desencadear um inquérito parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou não a «asfixiar» comunicação social! Mais uma vez, uma produção de ruído para abafar o caso BPN e desviar as atenções.
4 - Mas é interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi por água abaixo.
5 - Enquanto Lima filho, Raposo e Cia. criavam um fundo com dezenas de milhões, amigavelmente cedidos pelo BPN de Oliveira e Costa, Isaltino pressionava o governo para deslocar o IPO para uns terrenos de Barcarena, concelho de Oeiras. Isaltino comprometia-se a comprar os terrenos (aos Limas e Raposo, como sabemos hoje) com dinheiro da autarquia e a «cedê-los generosamente» ao Estado para lá construir o IPO. Fazia muito jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os terrenos e não o ministério da Saúde, porque assim o preço podia s ajustado entre os amigos vendedores compradores, quiçá com umas comissões a transferir para a Suíça.
6 - Duarte Lima tinha sido vogal da comissão de ética (!) do IPO entre 2002 e 2005, estava bem dentro de todos os assuntos e tinha ótimas relações para propiciar o negócio. Além disso, construiu a imagem de homem que venceu o cancro, história lacrimosa com que apagava misérias anteriores. O filho e o companheiro do PSD Vítor Raposo eram os escolhidos para dar o nome, pois ao Lima pai não convinha que o seu nome figurasse como interessado no negócio.
7 - Em Junho de 2007 Isaltino dizia ainda que as negociações para a compra dos terrenos em causa estavam "em fase de conclusão" (só não disse nunca foi a quem os ia comprar, claro). E pressionava o ministro da Saúde: "Se se der uma mudança de opinião do governo, o cancelamento do projeto não será da responsabilidade do município de Oeiras."
8 - Como assim, "mudança de opinião do governo"?
9 - Na verdade, Correia de Campos apenas dissera à Lusa que o governo encarava a transferência do IPO para fora da Praça de Espanha e que estava a procurar um terreno, em Lisboa ou fora da cidade, para esse efeito. Nenhuma decisão tinha sido tomada, nem nunca o seria antes das eleições para a Câmara de Lisboa, que iam realizar-se pouco depois, em Julho de 2007.
10 - No decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja presidência foi conquistada por António Costa, anunciou que ia disponibilizar um terreno municipal para a construção do novo IPO no Parque da Bela Vista Sul, em Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o projeto Lima-Isaltino: o ministro Correia de Campos não cedeu às pressões de Isaltino e a nova Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se mantivesse em Lisboa. Com Santana à frente da autarquia e um ministro da Saúde do PSD teria tudo sido muito diferente. E os Limas e Raposos não teriam hoje as chatices que se sabe. E Duarte Lima até talvez já tivesse uma estátua no Parque dos Poetas do amigo Isaltino.
11 - Sabemos como, alguns meses depois deste desfecho, o ministro Correia de Campos foi atacado por Cavaco no discurso presidencial de Ano Novo, em 1 de janeiro de 2008. Desgostado com as críticas malignas do vingativo Presidente, Correia de Campos pediu a sua demissão ainda nesse mês. Não sabemos o que terá levado Cavaco a visar dessa maneira um ministro do governo Sócrates, por sinal um dos mais competentes. Que Cavaco queria a pele de Correia de Campos, foi bem visível. Ele foi a causa do fracasso do projeto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados ao clã do seu amigo Duarte Lima e ao polvo laranja.
(ª). É bem possível que essa tenha sido a razão. (ª) - É bom que se entenda que o polvo laranja tem como pai o Senhor Silva, hoje PR, que nunca falou sobre o BPN...
(Recebido por e-mail.)
1 - A partir de 2008 torna-se evidente que a operação Face Oculta foi redirecionada pela investigação e pelos Media para passar a visar principalmente Sócrates. Era preciso derrubar Sócrates e mudar de governo, porque havia gigantescos interesses em jogo e, em particular, o caso BPN prometia dar cabo do PSD.
2 - Das fraudes do BPN ignora-se ainda hoje a maior parte. Trata-se de uma torrente de lama inesgotável, que todos os nossos Media evitam tocar.
3 - O agora falado caso IPO/Duarte Lima, de que Isaltino também foi uma peça fulcral, nem foi sequer abordado durante o Inquérito Parlamentar sobre o BPN , inquérito a que o PSD se opôs então com unhas e dentes, como é sabido. A tática então escolhida pelo polvo laranja foi desencadear um inquérito parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou não a «asfixiar» comunicação social! Mais uma vez, uma produção de ruído para abafar o caso BPN e desviar as atenções.
4 - Mas é interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi por água abaixo.
5 - Enquanto Lima filho, Raposo e Cia. criavam um fundo com dezenas de milhões, amigavelmente cedidos pelo BPN de Oliveira e Costa, Isaltino pressionava o governo para deslocar o IPO para uns terrenos de Barcarena, concelho de Oeiras. Isaltino comprometia-se a comprar os terrenos (aos Limas e Raposo, como sabemos hoje) com dinheiro da autarquia e a «cedê-los generosamente» ao Estado para lá construir o IPO. Fazia muito jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os terrenos e não o ministério da Saúde, porque assim o preço podia s ajustado entre os amigos vendedores compradores, quiçá com umas comissões a transferir para a Suíça.
6 - Duarte Lima tinha sido vogal da comissão de ética (!) do IPO entre 2002 e 2005, estava bem dentro de todos os assuntos e tinha ótimas relações para propiciar o negócio. Além disso, construiu a imagem de homem que venceu o cancro, história lacrimosa com que apagava misérias anteriores. O filho e o companheiro do PSD Vítor Raposo eram os escolhidos para dar o nome, pois ao Lima pai não convinha que o seu nome figurasse como interessado no negócio.
7 - Em Junho de 2007 Isaltino dizia ainda que as negociações para a compra dos terrenos em causa estavam "em fase de conclusão" (só não disse nunca foi a quem os ia comprar, claro). E pressionava o ministro da Saúde: "Se se der uma mudança de opinião do governo, o cancelamento do projeto não será da responsabilidade do município de Oeiras."
8 - Como assim, "mudança de opinião do governo"?
9 - Na verdade, Correia de Campos apenas dissera à Lusa que o governo encarava a transferência do IPO para fora da Praça de Espanha e que estava a procurar um terreno, em Lisboa ou fora da cidade, para esse efeito. Nenhuma decisão tinha sido tomada, nem nunca o seria antes das eleições para a Câmara de Lisboa, que iam realizar-se pouco depois, em Julho de 2007.
10 - No decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja presidência foi conquistada por António Costa, anunciou que ia disponibilizar um terreno municipal para a construção do novo IPO no Parque da Bela Vista Sul, em Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o projeto Lima-Isaltino: o ministro Correia de Campos não cedeu às pressões de Isaltino e a nova Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se mantivesse em Lisboa. Com Santana à frente da autarquia e um ministro da Saúde do PSD teria tudo sido muito diferente. E os Limas e Raposos não teriam hoje as chatices que se sabe. E Duarte Lima até talvez já tivesse uma estátua no Parque dos Poetas do amigo Isaltino.
11 - Sabemos como, alguns meses depois deste desfecho, o ministro Correia de Campos foi atacado por Cavaco no discurso presidencial de Ano Novo, em 1 de janeiro de 2008. Desgostado com as críticas malignas do vingativo Presidente, Correia de Campos pediu a sua demissão ainda nesse mês. Não sabemos o que terá levado Cavaco a visar dessa maneira um ministro do governo Sócrates, por sinal um dos mais competentes. Que Cavaco queria a pele de Correia de Campos, foi bem visível. Ele foi a causa do fracasso do projeto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados ao clã do seu amigo Duarte Lima e ao polvo laranja.
(ª). É bem possível que essa tenha sido a razão. (ª) - É bom que se entenda que o polvo laranja tem como pai o Senhor Silva, hoje PR, que nunca falou sobre o BPN...
(Recebido por e-mail.)
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)












