quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Leituras - 96


«No início do século XIX, a sociedade inglesa descobre o encanto dos banhos do mar e os Parker iniciam a transformação de Sanditon, uma antiga aldeia piscatória, numa estação balnear na moda. Convidada para a magnífica vivenda dos Parkers, a jovem Charlotte Heywood descobre um meio repleto de intrigas e paixões. Em torno de Lady Denham e da pupila Clara, gravitam as Beauforts, o tenebroso Henry Denham, e o esplendoroso Sidney Parker. Vai Charlotte manter-se apenas como espectadora ou irá participar no turbilhão de sentimentos que a rodeiam? Quando morreu em 1817, Jane Austen deixou inacabada a obra, e Sanditon só veria a luz do dia em 1925. Mas a novela tem toda a ironia e o ceticismo de Jane Austen na abordagem de personagens caracterizadas pela hipocondria e pelo narcisismo.» (Sinopse)
Vale a pena ler este livro acabado de publicar pela Relógio de Água.

A Sintrense

sábado, 5 de janeiro de 2019

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Leituras - 95


"Quando um amigo e colega de combate morre ao tentar salvá-lo, a vida de Larry Darrell muda para sempre. Para o jovem aviador americano, a morte passa então a ter um rosto. O inexorável mistério da morte leva-o a questionar o significado último da frágil condição humana e a embarcar numa obstinada e redentora odisseia espiritual. Ao recusar viver segundo as convenções impostas pela sociedade para buscar o sentido da vida (que encontrará, certa manhã, algures na Índia), Larry torna-se simultaneamente uma frustração para os que o rodeiam - principalmente para Isabel, a namorada, e Elliott, tio desta, que cultivam acima de tudo a aceitação e o prestígio sociais - e a personificação de um ideal de espiritualidade e não-compromisso. Por duas vezes adaptado ao cinema, O Fio da Navalha é um romance intemporal. As ansiedades e dúvidas de Larry são também as nossas; continuamos até hoje a buscar um sentido para a nossa existência. Para encarnar essa luta contra o destino, Somerset Maugham criou um dos mais fascinantes personagens do seu vasto legado literário. Da Primeira à Segunda Guerra Mundial, passando pela Grande Depressão, ele leva-nos, através das sociedades francesa, americana e inglesa, à verdade mais recôndita da alma e do sentimento humanos."