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domingo, 24 de novembro de 2019

Leituras - 110


"Nat, 47 anos, veterano dos Serviços Secretos Britânicos, pensa que o seu tempo como controlador de agentes chegou ao fim. Está de regresso a Londres com a mulher, a paciente e dedicada Prue. Mas, face à crescente ameaça do Centro de Moscovo, a repartição tem mais uma missão para ele. Nat é nomeado chefe do Porto de Abrigo, um inoperante subposto da Geral de Londres com um bando de espiões incompetentes. A única estrela da equipa é a jovem Florence, que tem aspirações ao departamento da Rússia e está de olho num oligarca ucraniano com fortes ligações ao regime russo. Nat não é apenas um espião, é um apaixonado jogador de badmínton. O seu adversário habitual das segundas-feiras tem metade da sua idade: o introspetivo e solitário Ed. Ed odeia o Brexit, odeia Trump e odeia o emprego que tem numa impiedosa agência de comunicação."

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Leituras - 93


Acabei de ler A rapariga do tambor, de John Le Carré, com tradução de Wanda Ramos.
Charlie, uma jovem atriz inglesa, está habituada a desempenhar diversos papéis. Mas quando o misterioso Joseph, com as suas cicatrizes de batalha, a recruta para os serviços secretos israelitas, ela entra no perigoso “teatro do real”. Ao desempenhar o seu papel num intrincado plano de alto risco para prender e matar um terrorista palestino, este seu novo desempenho ameaça consumi-la.
Situada na trágica arena do conflito do Médio Oriente, esta emocionante história de amor e lealdades traídas tem como pano de fundo uma guerra impossível de vencer.
Este romance foi adaptado a uma série de televisão, com Florence Pugh, Alexander Skarsgård e Michael Shannon nos principais papéis.

domingo, 23 de abril de 2017

Leituras - 70


Hoje, Dia Mundial do Livro, vou começar a leitura das memórias de John Le Carré.


"Dos anos em que serviu nos Serviços Secretos britânicos durante a Guerra Fria, a uma carreira como escritor que o levou do Camboja devastado pela guerra a Beirute à beira da invasão israelita de 1982, e à Rússia, antes e depois da queda do Muro de Berlim, John le Carré sempre escreveu a partir do âmago dos tempos modernos. Neste seu primeiro livro de memórias, le Carré é tão divertido quanto incisivo - lendo os acontecimentos que testemunha com a mesma ambiguidade moral com que imbui os seus romances.
Quer esteja a descrever o papagaio de um hotel de Beirute que imitava perfeitamente sons de batalha, ou a visitar as galerias de mortos sem sepultura no Ruanda, na sequência do genocídio, ou a celebrar a noite de Ano Novo com Yasser Arafat, ou a entrevistar uma terrorista alemã na sua solitária prisão no Neguev, ou a assistir à preparação de Alec Guinness para papel de George Smiley, ou a descrever a funcionária da organização de ajuda humanitária que inspirou a personagem principal do seu O Fiel Jardineiro, le Carré dota cada acontecimento de vivacidade e humor, ora fazendo-nos rir em voz alta, ora convidando-nos a pensar de novo sobre eventos e pessoas que acreditávamos perceber."

A Sintrense está a ler este livro com testemunhos sobre o Holocausto:


sábado, 15 de junho de 2013

Leituras - 19

O novo livro de John Le Carré, editado pela Dom Quixote, trata de uma operação de contraterrorismo, batizada com o nome de código Vida Selvagem, que está a ser montada numa colónia britânica: Gibraltar. O seu objectivo: capturar e raptar um importante comprador de armas jihadista. Os seus autores: um ambicioso Ministro dos Negócios Estrangeiros e um fornecedor privado de equipamentos de defesa que é também seu amigo íntimo. A operação reveste-se de tal delicadeza que nem o chefe de gabinete do ministro, Toby Bell, tem acesso a ela. Suspeitando de uma desastrosa conspiração, este procura impedi-la, mas é rapidamente colocado no estrangeiro. Três anos decorridos, chamado por Sir Christopher Probyn, um diplomata britânico aposentado, ao seu arruinado solar da Cornualha, e seguido de perto pela filha deste, Toby Bell vê-se obrigado a escolher entre a sua consciência e o dever para com o serviço. Mas se a única coisa necessária para o triunfo do mal é que os homens bons nada façam, como pode ele manter-se calado?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

George Smiley

 George Smiley é um personagem criado por John Le Carré. É um funcionário dos Serviços Secretos que trabalha para o Circo. Diz-se que Le Carré se inspirou na sua própria vida para criar este personagem. Apareceu pela primeira vez no livro Chamada para a morte e também em Um assassínio de categoria, O venerável espião e A gente de Smiley. E de passagem em O espião que saiu do frio (o primeiro romance do escritor), Guerra de espelhos e O peregrino secreto.



No cinema e na televisão foi interpretado por diversos actores: Ruppert Davies, James Mason e Alec Guiness, para além de Gary Oldman, agora em A Toupeira.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A Toupeira

Durante a Guerra Fria, o agente secreto George Smiley (Gary Oldman) é obrigado a sair da reforma para enfrentar um extraordinário desafio: um agente duplo dos soviéticos – A Toupeira - conseguiu infiltrar-se e ascender ao mais elevado nível dos Serviços Secretos britânicos. A sua traição comprometeu já algumas operações vitais. Uma belíssima interpretação de Colin Firth, como habitualmente.
Brevemente farei um post sobre George Smiley, o espião criado por John Le Carré.