Comemos muito bem.
«Sou uma figura de romance por escrever, passando aérea, e desfeita sem ter sido, entre os sonhos de quem me não soube completar.» Bernardo Soares
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segunda-feira, 2 de setembro de 2019
sábado, 5 de agosto de 2017
Inacreditável!
Um ex-carteirista do elétrico 28 é o dono de dois dos restaurantes que cobram 250€ por uma mista de marisco na Baixa de Lisboa. E há um terceiro, no bairro da Graça, que faz o mesmo: é do seu sócio.
Um ex-carteirista referenciado pela PSP, conhecido como Xula, e um sócio montaram um esquema num conjunto de restaurantes na zona histórica de Lisboa, no qual chegam a cobrar 250 euros por um prato, e espalharam um clima de intimidação nos negócios à volta desses estabelecimentos.
Pelo menos três restaurantes no centro de Lisboa — Made in Correeiros; Obrigado Lisboa e Tiagu’s — praticam o mesmo esquema: os clientes são aliciados na rua por funcionários que mostram uma parte do menu com preços acessíveis. Já sentados, são-lhes sugeridos outros pratos, sem que os clientes vejam o seu preço. Quando vem a conta, os clientes deparam-se com mistas de marisco para dois a 250€, parrilhada de carne a 175€ e outros valores na ordem dos três dígitos. Quando se queixam da conta, é-lhes apresentada a ementa onde constam de facto esses pratos a esses preços.
Isto mesmo foi constatado pelo Observador nestes três estabelecimentos. Os preços estão de facto nas ementas, mas só aparecem nas últimas páginas de um longo menu em várias línguas. Os clientes queixam-se ainda de preços desmesurados nas bebidas (10€ por um copo de sangria, 15€ por uma caneca de cerveja, 50€ por duas bebidas e um couvert) e de contas que não correspondem aos pedidos.
http://observador.pt/2017/08/03/antigo-carteirista-e-o-dono-dos-restaurantes-que-cobram-precos-exorbitantes-e-o-seu-socio-faz-o-mesmo/
A ASAE diz que não pode fazer nada porque há uma lista com estes preços exorbitantes. Mas um restaurante de 5.ª categoria pode praticar preços mais elevados que os do Gambrinus e congéneres?
Um ex-carteirista referenciado pela PSP, conhecido como Xula, e um sócio montaram um esquema num conjunto de restaurantes na zona histórica de Lisboa, no qual chegam a cobrar 250 euros por um prato, e espalharam um clima de intimidação nos negócios à volta desses estabelecimentos.
Pelo menos três restaurantes no centro de Lisboa — Made in Correeiros; Obrigado Lisboa e Tiagu’s — praticam o mesmo esquema: os clientes são aliciados na rua por funcionários que mostram uma parte do menu com preços acessíveis. Já sentados, são-lhes sugeridos outros pratos, sem que os clientes vejam o seu preço. Quando vem a conta, os clientes deparam-se com mistas de marisco para dois a 250€, parrilhada de carne a 175€ e outros valores na ordem dos três dígitos. Quando se queixam da conta, é-lhes apresentada a ementa onde constam de facto esses pratos a esses preços.
A conta de uma refeição no Made In Correeiros (publicada por uma leitora no Facebook)
Conta de uma refeição no Rio Ceira, atualmente Obrigado Lisboa (TripAdvisor)
http://observador.pt/2017/08/03/antigo-carteirista-e-o-dono-dos-restaurantes-que-cobram-precos-exorbitantes-e-o-seu-socio-faz-o-mesmo/
A ASAE diz que não pode fazer nada porque há uma lista com estes preços exorbitantes. Mas um restaurante de 5.ª categoria pode praticar preços mais elevados que os do Gambrinus e congéneres?
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Frankie Hot Dogs
Há dias uns amigos desafiaram-nos para irmos até ao Campo Grande, em Lisboa, comer uns cachorros. Não conhecia o Frankie, mas tudo ali é bom: os cachorros, as batatas, a limonada e a sobremesa.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
sábado, 7 de março de 2015
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
BeBel Bistrô
Fomos há dias, com uns amigos, jantar ao BeBel Bistrô, que fica em Lisboa, na Rua de São Bento, uns belos mexilhões e uns crepes também muito recomendáveis.
Ao jantar só abre à quinta e à sexta.
Disseram-nos que tem um brunch delicioso.
https://www.facebook.com/pages/BeBel-Bistro/147504585354147
domingo, 12 de outubro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
Au Vieux Bruxelles
Para nos despedirmos de Bruxelas, fomos comer uns mexilhões com batatas fritas, na Rue Saint Boniface.
sábado, 7 de junho de 2014
domingo, 29 de setembro de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Empadaria do Chef Avillez
Hoje trouxe empadas para o jantar. Gosto destas empadas do chefe Avilez. Normalmente escolho as de frango. Vamos fazer uma salada. E escolher um vinho verde.
domingo, 8 de julho de 2012
A Mãe Lurdes
"Anteontem, à tardinha, nómadas entre casas, cansados das mudanças e dos dias, andávamos a precisar de mimos. A refeição seguinte seria, depois de um jejum, um jantar no hospital. Tinha de ser especial; saber à casa perdida e à casa que aí vem, ambas tristemente equidistantes naquele momento. Entrámos na Adega das Azenhas (do Mar), onde a Dona Lurdes cozinha como uma mãe. Tivemos a sorte de apanhá-la, demos beijinhos e, como sempre, ela entendeu, como por osmose, o que a Maria João precisava. A Maria João explicou que andava à toa, com medo do que lhe ia acontecer, e que já nem sequer sabia o que lhe apetecia comer."
Miguel Esteves Cardoso
(Público, Lisboa, 22 junho 2012)
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Colares Velho
Há dias fomos ao Colares Velho - aqui perto de casa - onde já não íamos há bastante tempo.
Há uns anos, uma taberna e mercearia foram transformadas em restaurante e salão de chá, espaços muito agradáveis, adaptados pelo José Costa Reis e pela Rosarinho Ganriel. A trouxa de couve lombarda recheada com vitela continua ótima.
Os lanches nesta sala continuam muito bons. Quando lá vou, a minha escolha é invariavelmente um chá Mariage Frères e scones com manteiga e doce de alperce.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Alain Oulman na Cinemateca
Fomos todos - sugestão dos meus pais - à Cinemateca ver o documentário Com que Voz (2009), de Nicholas Oulman sobre o seu pai, Alain Oulman, um homem multifacetado: foi editor da Calmann-Lévy e foi compositor. Nesta sua faceta fez uma parceria invejável com Amália Rodrigues.
Foi ele o responsável por Amália ter cantado poetas como Luís de Camões, Alexandre O’Neill, Pedro Homem de Melo ou David Mourão-Ferreira. O documentário debruça-se ainda sobre o modo como Alain Oulman foi perseguido pelo regime salazarista, obrigando-o a exilar-se em França.
E depois fomos ao melhor bitoque de Lisboa:
http://oamigodecolares.blogspot.com/2011/10/o-melhor-bitoque-de-lisboa.html
E depois fomos ao melhor bitoque de Lisboa:
http://oamigodecolares.blogspot.com/2011/10/o-melhor-bitoque-de-lisboa.html
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Alain Oulman (1928-1990),
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domingo, 8 de janeiro de 2012
O melhor hamburguer de Lisboa
Fomos ao Cantinho do Avillez, A Sintrense, eu e uma amiga de Colares. A Sintrense leu numa revista que se comia ali o segundo melhor hamburguer de Lisboa. Como eu sou louco por hamburgueres BONS lá fomos. A nossa amiga pediu vieiras que vieram com batata doce e cogumelos. Segundo ela estavam deliciosas. Nós pedimos o tal hamburguer que vem num pão e com umas batatas fritas, ao lado, muito bem fritas e sequinhas. Quanto ao hamburger, ambos reconhecemos que é o melhor que até hoje comemos em restaurantes. Vem com cebola e uma rodela de tutano no cimo. Delicioso! Havemos de voltar. Até para experimentar outros pratos que estavam na lista, como o Pato de escabeche.
De acordo com a tal revista, o primeiro lugar era dado ao bistrô do 100 Maneiras. Talvez em Fevereiro experimentemos este restaurante que tem um chefe croata.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
La Moule en Folie
Passámos na rue du Maine, vimos este restaurante e resolvemos entrar, apesar da decoração pró-kitsch. Ambos gostamos de mexilhões e em Portugal não é muito vulgar encontrá-los nas ementas dos restaurantes; não se entende porquê.
Comememos moules en folie - não estavam nada loucas, estavam bem bem mortas. :)
Agréable!
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
O melhor bitoque de Lisboa
Não perco uma ocasião para ir ao Ribadouro, onde se come o melhor bitoque de Lisboa: grelhado, ovo a cavalo e batatas fritas.
Nesta cervejaria, com uma ementa variada, há quase sempre, para quem goste, ostras.
Ontem, depois do cinema, rumámos Av. da Liberdade abaixo e depois de umas ostras, sairam bitoques para todos.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Ye Olde Cheshire Cheese
Este pub, aberto no século XVI, um dos mais antigos de Londres, já era muito conhecido no século XVII. Dickens e Voltaire frequentaram esta taberna de Fleet Street, a street do barbeiro.
Tivemos uma refeição muito agradável, tendo escolhido: Ye famous steak & Kidney pudding, Roasted vegetable Wellington, Tarte de limão com molho de framboesa e gelado de baunilha, Dark chocolate fudge cake com gelado de baunilha. Pelos pratos e umas cervejas pagámos à volta de £50,00.
Se a viagem não estivesse a aproximar-se do fim, voltaríamos. Fica pró ano.
Se a viagem não estivesse a aproximar-se do fim, voltaríamos. Fica pró ano.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Seventeen
Um simpático restaurante de cozinha chinesa em Nothing Hill Gate. Dim sun muito bom, para além de outros pratos. Cerca de £30,00 por pessoa.
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