sábado, 21 de outubro de 2017

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Leituras - 75


Um agente dos serviços secretos franceses, invadido por uma enorme melancolia, é encarregado de encontrar em Beirute um antigo membro dos comandos de elite norte-americanos suspeito de diversos tráficos. Cruza o seu caminho uma arqueóloga iraquiana que tenta salvar os tesouros das cidades bombardeadas. As longínquas epopeias de heróis do passado intrometem-se nos seus percursos – o general Grant esmagando os Confederados, Aníbal marchando sobre Roma, Hailé Selassié levantando-se contra o agressor fascista… Um romance que constata a inanidade de toda a conquista e proclama que só a humanidade e a beleza valem a pena que se morra por elas.
(Da contracapa.)

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Apenas 48 mulheres receberam o Prémio Nobel

Em 116 anos de atribuição do Prémio Nobel, só 48 mulheres ganharam este galardão.
Entre estas, dezasseis receberam o Nobel da Paz (Madre Teresa de Calcutá, Aung San Suu Kyi, Malala, etc.), catorze o Nobel da Literatura (Toni Morrison, Alice Munro), quatro o da Química, duas o da Física e uma o da Economia. 
A birmanesa Aung San Suu Kyi que recebeu o Nobel da Paz em 1991, quando se encontrava em prisão domiciliária. Em 1 de abril de 2012, foi eleita deputada pela Liga Nacional pela Democracia. Hoje ela como 1.ª Conselheira de Estado de Myanmar, dirige o país. Em agosto deste ano, o Exército de Myanmar invadiu Rakhine, o estado do norte do país, onde viviam mais de um milhão de muçulmanos da etnia rohingya, fez centenas de mortos e mais de 100 000 pessoas fugiram para o Bangladesh. Uma atitude vergonhosa para uma pessoa a quem foi atribuído o Nobel da Paz.