quinta-feira, 25 de abril de 2019

terça-feira, 23 de abril de 2019

Leituras - 100


Vou continuar a ler o último Vampiro, um clássico do policial da autoria de Gaston Leroux.
A menina Stangerson acabara de se retirar para o quarto quando um ruído de luta, um disparo e um grito de «Assassino!» ecoam pela casa.
Assim que a porta do quarto é derrubada, revela-se um cenário assustador: a jovem encontra-se caída numa poça de sangue, mas, apesar de a porta estar trancada e a janela ser gradeada, não há mais ninguém naquela divisão. Como é que o atacante escapou?
O misterioso crime intriga um jovem repórter, Joseph-Joséphin – mais conhecido como detetive Rouletabille –, que não descansará enquanto não descobrir o culpado. Publicado originalmente em 1907 é um dos mais famosos clássicos policiais de língua francesa, que, desafiando os mecanismos da lógica e tecendo uma trama cada vez mais arrepiante, há mais de um século mantém os leitores agarrados da primeira à última página.

domingo, 21 de abril de 2019

Para o almoço de Páscoa


Hoje ao almoço vamos abrir duas garrafas de Valle Pradinhos de 1991 que estão cá em casa há anos. Espera-se que não haja nenhuma desilusão.

Boa Páscoa!


domingo, 14 de abril de 2019

Leituras - 99


O seu lugar no avião era perfeito para observar os companheiros de voo. À direita de Hercule Poirot estava uma bonita jovem, visivelmente atraída por outro passageiro; mais à frente, no número 13, sentava-se uma condessa com um vício que tinha dificuldade em dissimular; no número 8, alguém estava a ser incomodado por uma agressiva vespa. Do que Poirot não se apercebeu foi do cadáver que estava sentado atrás dele. Morte nas Nuvens foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1935 e foi adaptado para a televisão em 1992, tendo David Suchet no papel de Hercule Poirot.
Vou aproveitar este domingo para terminar este livro.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Somos de barro


Somos de barro. Iguais aos mais.
Ó alegria de sabe-lo!
(Correi, felizes lágrimas,
por sobre o seu cabelo!)

Depois de mais aquela confissão,
impuros nos achamos;
nos descobrimos
frutos do mesmo chão.

Pecado, Amor? Pecado fora apenas
não fazer do pecado
a força que nos ligue e nos obrigue
a lutar lado a lado.

O meu orgulho assim é que nos quer.
Há de ser sempre nosso o pão, ser nossa a água.
Mas vencidas os ganham, vencedores,
nossa vergonha e nossa mágoa.

O nosso Amor, que história sem beleza,
se não fora ascensão e queda e teimosia,
conquista… (E novamente queda e novamente
luta, ascensão… ) Ó meu amor, tão fria,

se nascêramos puros, nossa história!

Chora sobre o meu ombro. Confessamos.
E mais certos de nós, mais um do outro,
mais impuros, mais puros, nós ficamos.

Sebastião da Gama

domingo, 7 de abril de 2019

A Batalha de São Romano

Três pinturas de Paolo Ucello

Niccolò Mauruzi da Tolentino na Batalha de San Romano, c. 1438-1440.
Têmpera de ovo com óleo de noz e óleo de linhaça sobre álamo.
National Gallery (Londres).

Niccolò Mauruzi da Tolentino defronta Bernardino della Ciarda na Batalha de San Romano, c. 1435-1455. Têmpera sobre madeira.
Galleria degli Uffizi (Florença)

O Contra-Ataque de Michelotto da Cotignola na Batalha de San Romano, c. 1455
Têmpera sobre madeira.
Museu do Louvre (Paris)